Governo ignora números de mortes por covid-19 e sucateia áreas da saúde

Amargar uma derrotar não significa que desistimos da luta! Pelo contrário, devemos nos fortalecer e resistir a um governo neoliberal que, antes mesmo de vencer o último pleito já havia declarado guerra contra os servidores públicos no Brasil. Logo, este mesmo governo estará contra a sociedade que usa o serviço público gratuito!
 
Resistir e sempre resistir a qualquer ameaça, será sempre à nossa alternativa na luta contra os poderosos que visam o enfraquecimento do serviço público. Montar estratégias para se opor ao cenário político vigente, independente de quem esteja no poder, seja este de direta ou da esquerda.
 
Somos conhecedores de mecanismos diversas que favorecem a luta de classe, contudo, não vamos revelar. Listar nossas armas jamais, mas podemos relembrar que nossa história de resistência brasileira sempre esteve ligada a músicas e artes, como em outrora, à época da ditadura militar.
 
A ignorância é o alicerce das ações vindouras do governo federal com apoio do executivo estadual. Estejamos atentos e pensativos para esse momento de destruição no funcionalismo público, ambiente propício para a iniciativa privada investir com a terceirização e precarização da mão de obra.
 
O Estado se materializa prestando diversos serviços públicos pelo trabalho e pelas mãos de servidores(as). E a fragilidade no setor significa menos saúde, educação precária, insegurança, um país sem cultura, dentre outros pontos.
 
Todo cuidado é pouco frente à um governo antidemocrático que, nem mesmo em momento pandêmico, que já registrou mais de 115 mil mortes no Brasil deixou atacar a nação. Isso mesmo! Congelar salários e bloquear qualquer tipo de benefício para servidores públicos, sobretudo, aqueles que estão na linha de frente contra o coronavírus, é uma afronta.
 
Tudo isso é somente o início de um projeto avassalador – a reforma administrativa. E o cenário deste previsível drama já está montado e tem como protagonista a sociedade que, em breve, perderá o direito do atendimento público. Além disso, perde também a parcela maior de servidores públicos, aqueles que recebem entre dois e três salários, pois os supersalários só existem no judiciário e na classe política.

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